terça-feira, maio 10, 2005
Muita correria. Pouca inspiração. Tempo pouco, quando consigo algum prefiro fazer algo que não tenha nada a ver com computador, internet, tecnologia, etc., etc.
Tipo cortar o cabelo. Mudei de cor e de corte. Achei que ficou clááássico :-) Assim que eu conseguir, coloco uma fotinho aqui, ou no Orkut
Dia das mães foi bacana. Muito bacana. Incrível como a minha consegue ser sempre quente e acolchoada e aconchegante, mesmo sendo toda magrinha :-)
terça-feira, maio 03, 2005
Definições (II)
Gostei da sua mistura de objetividade, nervos de aço (só assim para encarar os que eram contra ele, e eram muitos) e capacidade de ouvir de tudo, tentando não julgar. E, claro, Liam Neeson ficou muito bom, charmosérrimo no papel do cientista. Laura Linney, que interpreta a esposa de Kinsey, também é uma fofa.
Vendo o filme, imaginei que não devia ser muito legal viver naquele tempo. As pessoas tinham dúvidas demais, que hoje nos parecem ridículas (no sentido literal do termo, a turma que estava no cinema riu mesmo). Não que hoje a gente tenha encontrado todas as respostas para a existência, mas a gente tem mais instrumentos para ir atrás delas.
Ou não?
sábado, abril 30, 2005
Muita correria. Pau na máquina. Especialmente ontem...
Mas isso não é ruim não, pelo contrário, a semana foi bacana, fui segunda de noite para o Rio, trabalhar e trabalhar e encontrar gente :-)
Depois de um seminário de telefonia celular, fui conhecer o tal (sem sentido pejorativo, please!) do Vivo Open Air, que vem em maio para Brasília e é muuuito legal.
A versão carioca do evento foi lá no Jóquei Clube da Gávea, onde os caras colocaram um telão enorme para as pessoas verem filmes ao ar livre. Felizmente, os assentos ficavam em uma arquibancada coberta, já que choveu o tempo todo nos dois dias em que fiquei lá no RJ (shit!)
Fui assistir a Adeus, Lenin! e gostei muito mais do que da primeira vez que o vi. Rolou pipoca e tudo, cujas calorias foram devidamente queimadas depois que os coleguinhas todos foram para uma balada organizada lá mesmo. Dancei tuntistum, hip hop... e acho que teria dançado funk também (ou não? hehe), se tivesse tocado. Já que estava no Rio de Janeiro mesmo...
quarta-feira, abril 27, 2005
Trilha sonora
Mexe a cadeira
e bota na beira da sala
Mexe a cadeira
agora bem na minha cara
E vem, vai, vem ,vai
Move your body, don't stop
Move your body, don't stop
(Vinny)
Bota a mão no joelho
Dá uma abaixadinha
Vai mexendo gostoso
Balançando a bundinha
Vai no sapatinho, vai
Remexendo gostosinho, vai
Na sacanagem!
(É o Tchan!)
Garota, o que é que eu faço pra ganhar seu coração?
Me diz o que eu não faço, vou até lamber sabão
Sai fora, garoto, nem pensar, você eu passo
Namorar contigo é coisa que eu não faço
Pra você mudar minha cabeça
Ah! Vai ter que rebolar, rebolar, rebolar
(Sandy & Jr.)
Pô, nem sempre é possível trocar de banco ou manter várias contas simplesmente porque ele oferece os menores juros. Quer dizer, a maioria dos trabalhadores acaba ficando cliente porque recebe o salário em uma determinada instituição. E fica totalmente antiprático ficar transferindo $$$ de um lugar para o outro... quando não são os juros, aí é a CPMF (ou qualquer outro desses impostos) que passa a comer nosso rico dinheirinho.
E pior, não é só nos bancos que o povão sente o garrote do Copom apertar mais forte. Pergunta para esse pessoal como é que faz para conseguir aquele financiamento suado para o sofá de curvim da sala, para a TV de 20 polegadas, para qualquer coisa... quando a taxa vai para 19,5%. Up, up and away. *Suspiro*
Não é que eu não goste do Lula, ou do PT, mas tá difícil agüentar um governo no qual votei feliz e que agora decepciona tanto. Acho que vou ficar sem opção em 2006, pelo menos por enquanto.
segunda-feira, abril 25, 2005
Extra! Extra! (II)
Essas e outras atribuições estão no job description (uia!!!) dos profissionais do sexo (também conhecidos como prostitutas, quengas, raparigas, etc., etc.), conforme a Classificação Brasileira de Ocupações, publicada no site do Ministério do Trabalho, no link "Trabalhador". Dá vontade de rir, confesso, mas ao mesmo tempo é muito bacana.
Quando Luciene me contou sobre isso, na sexta-feira, achei sensacional, mas não só pelo caráter inusitado da história. Acho que é um (ai, clichê!) sinal dos tempos, uma mistura interessante de pensamento liberal com seriedade.
Ou simplesmente uma demonstração do quanto é melhor viver quando se enxerga as coisas sem hipocrisia e com verdade. Prostituição existe, Aids existe, camisinha existe, drogas e aborto existem, travestis e transexuais há aos montes por aí e não adianta fazer de conta que isso não é com a gente.
E é muito bacana que esse tipo de pensamento tenha extrapolado o campo das instituições governamentais que tradicionalmente trabalham com esse, digamos, público. Exemplos disso são Ministério da Saúde (que faz campanhas sobre DST/Aids com a linguagem própria das quengas, engraçadíssimo) e da Justiça (a quem cabe a prevenção do uso de drogas, trabalho que em alguns momentos se confunde como o do MS).
Se isso tudo é um indicativo de ações concretas, não dá para saber, mas não deixa de ser uma lufada de ar fresco em meio à caretice sufocante do discurso dos Bushes, Ratzingers, Garotinhos, Severinos e outros tantos que amamos.
Extra! Extra!
A pesquisa foi comentada no New York Times de sábado! Vejam aqui
(O texto é incrível, agora só me cabe decidir o que vale mais: a alegria de viver muitos anos ou o prazer de vestir QUALQUER coisa e ver que me cai bem?)
Estou em falta com este blog, andei meio corrida nos últimos dias.
Passou o aniversário de Brasília e eu não escrevi nada. Vou colocar um textinho aqui logo.
Também não pude dizer, com detalhes, o quanto gostei de ir no Empório Tradição (na 202 sul). Gil Guimarães, o mesmo do Baco, é o cara :-)
Pizza Hut reabriu aqui em Brasília!!! Quero ver como é que ficou.
Estou correndo, mas estou muito mais feliz do que antes, quero ver tudo e viver tudo. Quero ficar bem velhinha com a mesma empolgação pelas coisas e pelas pessoas que tenho agora.
Bom, deixa eu ir, que está na hora de arrumar as malas.
I wanna be a girl like you
O cara arrancou gritinhos e aplausos ontem, lá na Concha Acústica, quando cantou I Do e balançou seus quadris magrinhos envoltos em... uma calça jeans justésima.
I wanna be a girl like you
The way you swing your hips in jeans
I wanna wear my face like you
Shiseido MAC and Maybelline
I wanna paint the town with you
And tickle you until you scream
I wanna fall in love with you
AAAAAAAAHHHHHHHHHH!!!!! :-)
O show foi muito bacana, tirando a passação de raiva que é ficar espremida no meio de zilhões de pessoas. Pelo menos ainda consegui subir na grade para ver tudo, depois que uns caras muito grandes e gordos chegaram para assistir ao show junto perto da gente. Eu queria ter dançado muito mais, queria ter pulado muito mais, mas só rolou de eu mexer o braço, bater umas palmas, enfim.
Por outro lado, fiquei impressionada com o tanto que os caras do Placebo são profissionais. Chegaram lá e fizeram o que tinham que fazer. Não enrolaram, não fizeram invencionices dessas que estragam a música (no estilo Falcão, d'O Rappa, hehe). E ainda se mostraram muuuuito queridos e absurdamente carismáticos.
Posso dizer, com todo o respeito, que acho que estou apaixonada por esses mocinhos andróginos lindos. :-) O show foi um bom presente de níver...
quarta-feira, abril 20, 2005
Outra coisa:
Perguntinhas
Como é o pijama do Papa?
Quem faz a barba do Papa?
Com o que o Papa sonha à noite?
O que o Papa não gosta de comer?
O Papa tem celular (qual o número)?
O Papa não usa nenhuma roupa de braços de fora? Nem tênis?
O Papa usa internet? Será que ele gosta de blogs?
terça-feira, abril 19, 2005
Habemus manchete!
Enquanto isso, as agências de notícias divulgam: "A fumaça é branca!"
Como se ninguém estivesse vendo...
Acho que fiquei ainda mais feliz porque, depois de uns 13 anos, voltei a sentir o gostinho das balas Chita. Não sei se em algum momento elas foram vendidas aqui em Brasília, mas elas têm sabor artificial de abacaxi maduro, papel amarelinho e logomarca que sobrevive ao tempo.
Clara trouxe hoje as tais das balas, diretamente importadas de um vendedor de semáforo em Belo Horizonte – de onde fui embora há quase 13 anos. Me deu uma e foi para a reunião. Agora aqui estou de olho comprido na mesa dela, sonhando com os outros doces do saquinho. Não vou pegar. Não vou pegar. Não vou pegar.
Eu sou mesmo uma criança grande. Criança é foda.
segunda-feira, abril 18, 2005
Mari em um rally, quem diria...
Laís me deu uma miniaula de navegação na sexta-feira e ontem lá fomos nós competir no rally urbano comemorando os 45 anos da cidade.
Rally urbano pode parecer uma coisa meio bobona para quem já é iniciado em off-road, lama, mato e trilha, mas como praticamente ninguém das 30 equipes o era... Acabou sendo tudo uma grande diversão.
A primeira grande tarefa foi acordar às 7h20 da manhã de um domingo para encontrar o pessoal. Largamos um pouco depois das 9h30, o sol já queimando o cocoruto. Dali, partimos para mais ou menos 80km de prova, que durou duas horas, passando por alguns dos pontos turísticos mais legais de Brasília.
Só não deu para tirar muitas fotos porque estavam todas meio ansiosas. Além de dirigir, navegar e calcular, ainda tinham umas tarefas engraçaaaadas para cumprir dentro do carro. As fotos que restaram eu vou colocar aqui assim que Taty me mandar. Tem umas do interior do carro (um Crossfox) enquanto a gente passava pela terceira ponte do Lago Sul, bem diferentes.
O legal foi a colocação que a gente conseguiu tirar: 6º, a melhor dentre as equipes formadas só por mulheres! O mais legal ainda foi ver a empolgação do povo... mesmo os que ficaram lá no final da lista comemoravam tresloucadamente. Muuuito fera.
Não sei se agora eu encaro um off-road de verdade, talvez sim. Desde que eu não tenha que acampar e dormir em barraca, encarando mosquitos e falta de banheiro... acho que até rola. (Fresca!!!!!! hehehe).
Ah, sim, o Crossfox. É um bom carro, não exatamente para off-roads, mas manda muito bem em rallies urbanos. Tem como pontos positivos a posição de dirigir, a direção, o câmbio e o conforto, o que deve agradar sobremaneira às moças. Tem também um motorzão e uma arrancada nota 10. Só perde pontos na visibilidade traseira (um vidrinho parcialmente coberto por um pneuzão), o que torna certas manobras meio complicadas.
Segunda-feira
Gribe, dariz endubido, do tamanho de uma bola de gude. Haja aturgyl, embora os médicos digam que o troço faz mal.
Mas hei de melhorar até sábado, dia de aniversário e de show do Placebo.
Iiiii-ha!!!
sexta-feira, abril 15, 2005
"C-people... para os íntimos. Qdo eles são despedidos passam a ser... C-fu-deu."
Jura que alguém ainda teve a coragem de criar um nome pra denominar os C-quelquechose-O?
Este mundo está mesmo perdido
*suspiro*
Eu nunca deixei claro... (II)
Eu não sei quem foi o primeiro a usar esse termo, mas certamente essa pessoa achou que estaria facilitando muuuuito a própria vida e a dos outros. Deve ter facilitado sim, dentro do mundo corporativo e, talvez, na mídia dos países de língua inglesa.
Mas aqui no Brasil a coisa complicou. Na mania de importar tudo o que vem de lá de fora, o mundo corporativo daqui também trouxe essa aberração. Aliás, da mesma forma tão cândida, inocente e irracional como os srs. executivos acharam lindo incorporar palavras do tipo "sharear", "drivar" e... a pior de todas, "estado-da-arte".
Não satisfeitos com a criação de CEO, os caras também acharam por bem usar as três letrinhas para descrever os diretores de operações (COO), de finanças (CFO), de segurança da informação (CSO), de tecnologia e por aí vai.
Ainda bem que não precisamos empregar essa terminologia nos textos daqui. O divertido é ter de lembrar os caras durante as entrevistas: "a gente não usa esses termos aqui. Como é que se traduz o seu cargo mesmo?".
quinta-feira, abril 14, 2005
Ruth Lemos-emos
Esse, ao contrário do vídeo que a lançou ao "estrelato", eu consigo assistir sem morrer de agonia. E achando muito engraçado.
Curioso isso, desde criança não consigo rir da desgraça alheia. Nem quando uma pessoa se estabaca no chão molhado, deixando à vista uma cueca de estampa de elefantinho. Vai entender.
Assista aqui ao vídeo-ídeo:
http://intelig.datamidia.com.br/videos/pc/ruthlemos_pc_discada.zip
segunda-feira, abril 11, 2005
Confesso que fui para lá com um certo medinho. Mas me inspirei nas palavras (com copyright do Arruda) que Felipito deixou aqui na sexta: "eu sou capaz e eu vou fazer" (hihihi). Além disso, é notório que fazer as coisas com cara de cu envelhece e dá câncer. Melhor fazer como o Monty Phyton e preferir sempre o lado brilhante da vida. (Ai, meu Deus, incorporei a Pollyana!!!!)
E foi assim que cheguei na Asceb, hip hop (uh! uh! uh!) rolando e a visão imediata do pivô Vargas, um negão de 2,50m de altura, esticando as pernas. Tudo me pareceu muito pitoresco.
No final das contas, ver tudo acontecendo ao vivo foi muito mais legal do que pela TV. De perto, a gente vê que o basquete é um esporte que não dá muito espaço para os espectadores comerem mosca (ao contrário do futebol, hehe). Tem ação aqui e ali, que os olhos não param em nenhum minuto.
É por isso que estou seriamente considerando a hipótese de ir rever o Universo hoje, desta vez contra a Telemar, líder do campeonato nacional. Só que, desta vez, como torcedora.
Educação pelo medo
Favor divulguem,
Aconteceu com a amiga de um colega daqui do Tribunal.....
Colegas, ontem uma amiga professora (direito economico da FGV e do IESB, advogada) foi à academia de tenis e, na volta (+ - 23:30), naquele retão que liga o setor de clubes à L4, havia um tronco impedindo a passagem dos carros.
Quando o marido dela parou o carro, a filha - no banco de trás - notou a chegada de dois bandidos com facões e gritou; o pai deu ré e conseguiu fugir (voltou à academia de tenis). Na academia, não havia a quem avisar (só tem o porteiro, que não tem telefone) e a PM demorou 30 min. para chegar.
A PM informou que no minimo três carros foram assaltados (com bandidos armados de pistolas e revolveres) e não havia muito o que fazer, pois a bandidagem corre para a favela que se criou ali do lado (notem ao lado da academia) e abordam carros naquele retão.
Fiquei intrigada com a informação. Dei uma procurada no Correioweb, no Google, nas edições de cidades e... nada. Ninguém confirmou. Nem a polícia.
Na prática, a história cheira a lenda urbana daquelas que prosperam. A começar pela data (superprecisa) em que o crime teria acontecido: "ontem". Nem 31 de fevereiro, nem 1º de abril. Nem sábado, nem domingo, os dias mais cheios de movimento no local. Simplesmente "ontem".
Além disso, COMO ASSIM não tinha ninguém para avisar na Academia de Tênis? O lugar é cheio de restaurantes, de cinemas (quase sempre com muita gente, independentemente do dia), de orelhões e de celulares das gentes que circulam por lá.
Diante de circunstâncias tão estapafúrdias, resta perguntar: a quem interessa divulgar esse tipo de história? Do jeito que a coisa está, mais parece um libelo para que o Marco Farani (ou o Roriz, ou o bispo, sei lá) mande detonar logo aquela invasão que efetivamente se formou ao lado da academia.
Aliás, prefiro não me manifestar a respeito sobre derrubada ou não derrubada de invasões, mas bem que seria ótimo se os flanelinhas dali (e os de todo o universo) desaparecessem com a ajuda de um pó de pirlimpimpim.
Na falta de alguém que assuma mais claramente a intenção de derrubar a minifavela, inventa-se uma historinha dessas que metem, na classe média e na elite, muito mais medo e ódio do que o que já existe. Afinal, é muito mais fácil, não?
E é assim, e com a preciosa ajuda da inocência de alguns, que as lendas da internet continuam correndo, firmes e fortes.
sexta-feira, abril 08, 2005
Não tenho mais muito o que escrever depois de uma semana de poucas novidades.
Quer dizer, tenho uma novidade, mas só vou contar depois que eu tiver mais detalhes. Aguardemmmm! :-)
Ah!!! Lembrei. Outra coisa legal é que o Eagle Eye Cherry deve se apresentar aqui.
"Save tonight and fight the break of dawn... gone tomorrow..." Fera!
Pô, finalmente vão deixar o papa descansar em paz, né?
Palha essa orientação de deixar o corpo à mostra por tantos dias. Realmente a força das imagens é tanta que, enquanto ele estiver exposto, parece que não morreu direito.
E... plantão! De novo, o plantão. Torçam para que eu não precise ver jogo de futebol, e que não aconteçam muitas mortes estúpidas no plantão da Naiobinha. Beijos a todos.
quarta-feira, abril 06, 2005
Eu nunca deixei claro o quanto eu odeio... (I)
... A palavra ciberatleta para definir aqueles nerdzinhos que passam o dia inteiro em função de games (de qualquer tipo), ganham uma baba com isso e se tornam ídolos entre os outros nerdzinhos. Nem vou falar muito mais sobre isso, por motivos óbvios...
terça-feira, abril 05, 2005
Placebo
segunda-feira, abril 04, 2005
Pra não dizerem que não falei do home...
Juntou uma personalidade interessante (atleta, ator, amante da poesia) a um histórico de viagens e oportunidades de conhecer gente, culturas e lugares. E a todos eles se entregar com amor e carisma.
Suas opiniões conservadoras não vão deixar saudades, pelo menos para mim. Mas não dá para negar a importância da figura neste século e no último. Virou um ícone dos nossos tempos, com todas as implicações políticas, sociais e de cultura de massa que a palavra representa.
Difícil imaginar que idéias acompanharão o sucessor de João Paulo II. É claro que eu (quer dizer, muita gente!) adoraria uma pessoa mais aberta a discutir homossexualidade, mulheres no sacerdócio, aborto, células-tronco, etc., etc. É claro que as possibilidades de isso acontecer são quase nulas... na verdade eu só queria que o Ratzinger não fosse o escolhido. Pelo que li, o homem é uma mistura de Bush com Severino Cavalcante, tamanho o seu conservadorismo. Medo, medo, medo...
?!
Mas... surpresa! Aliás... Fuck! Shit!
O Flickr, que eu uso para botar imagens aqui, está fora do ar. É por esse motivo que todas as outras fotos que eu mandei para cá se tornaram um monte de quadradinhos com um "x" vermelho.
Oremos, irmãos, para que o Flickr volte ao ar e eu consiga declarar meu amor total pelo Placebo.
Sucker love is heaven sent
You pucker up, our passion's spent
My hearts a tart, your body's rent
My body's broken, yours is bent
Carve your name into my arm
Instead of stressed, I lie here charmed
'Cause there's nothing else to do
Every me and every you
Sucker love, a box I choose
No other box I choose to use
Another love I would abuse
No circumstances could excuse
In the shape of things to come.
Too much poison come undone
'Cause there's nothing else to do
Every me and every you
Every me and every you
Every me, me
Sucker love is known to swing
Prone to cling and waste these things
Pucker up for heavens sake
There's never been so much at stake
I serve my head up on a plate
It's only comfort, calling late
'Cause there's nothing else to do
Every me and every you
Every me and every you
Every me, me
Every me and every you,
Every me, me
Like the naked leads the blind
I know I'm selfish, I'm unkind
Sucker love I always find
Someone to bruise and leave behind
All alone in space and time
There's nothing here but what here's mine
Something borrowed, something blue
Every me and every you
Every me and every you
Every me, me
Every me and every you
Every me, me
sábado, abril 02, 2005
E assim passam as horas
Não é que eu deseje o mal para os outros, mas eu queria muito que essa morte se confirmasse logo. Me dá agonia isso da espera, da não-notícia que se arrasta em acontecer.
Olhando na internet, a gente vê até links para quem quiser mandar uma mensagem para o homem ou mesmo acender uma velinha virtual. Não adianta querer que o homem dure mais. Se é para morrer, que seja rápido, com o mínimo de dor que um ser humano pode desejar.
sexta-feira, abril 01, 2005
Ninguém sai, ninguém sai
Aguardem mais informações do Plantão da Redação :-)
quinta-feira, março 31, 2005
quarta-feira, março 30, 2005
Fuck! shit!
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Como ninguém me mandou coelhinhos virtuais de Páscoa, eu mesma me encarreguei de fazer isso... huhuhuhuhuhuhu
segunda-feira, março 28, 2005
A nova seguidora do véu
Realejo
A de hoje, em particular, me deu um ânimo especial:
"Sell your ideas – they are totally acceptable"
Lulis e Mari
domingo, março 27, 2005
Feriado, chocolate, chuva e tal
Assim o calendário se cumpriu, de modo que estou desde quinta-feira sem pensar em pautas, leads, fontes e outras coisas da nossa rotina.
No máximo vejo o telejornal e assisto à TV. Passo o dia usando calça de pijama e outras coisas confortáveis. Curto a preguiça e me recuso apegar o carro para sair nessa chuva chata (é a única coisa ruim deste feriado. Quer apostar que domingo no final da tarde o tempo abre?).
E vamos vivendo. Acho que a leseira chegou aos meus dedos e vou parar de escrever. Pegarei agora o livro dos judeus que o Erasmot me emprestou.
Que o coelhinho e o papai do céu sejam generosos em chocolates e bênçãos nesse domingão pascoal.
:)
terça-feira, março 22, 2005
Já!
É um jornal gaúcho de pequeníssima tiragem (2 mil por mês) que deixou boa parte das "grandes mídias" tiriricas ao faturar o Prêmio Esso de Reportagem no ano passado.
Li ontem a matéria que ganhou o prêmio em questão. Era uma reportagem sobre Felipe Klein, filho de Odacir Klein (ex-ministro dos transportes do governo FHC) que viveu de modificar o corpo e morreu depois de cair da janela do enésimo andar de um prédio em Porto Alegre.
A matéria está muito boa, com um texto superinstigante e bem apurado. Só não entendi ainda (sem preconceito, ressalto) porque exatamente ela ganhou o Esso. Foi simplesmente porque o repórter fez o que qualquer jornalista tinha que fazer? Essa pergunta está me intrigando desde ontem. Até fui no site do Prêmio para ver se tinha alguma informação a respeito, mas não rolou.
Aí resolvi visitar a página do Já e fiquei surpresa com a qualidade das matérias que li.
Tem uma muito boa sobre os brasileiros que correm risco de ser fuzilados na Indonésia. O repórter foi lá, conversou com os caras e mandou ver um texto cheio de garra (e de linguagem coloquial também, hehe). Gostei muito mesmo.
Notícias comentadas
Ok, ok, nada contra o mote da propaganda. Só acho que podiam ter escolhido um produto assim, menos ruim.
Em tempo: quanto a vender Stella Artois e outras cervas buenas por aqui, nada, né??? :-)
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Reforma ministerial: alguns nomes já estão confirmados para os novos cargos e até dão entrevista na condição de neoministros. É o caso do petista Paulo Bernardo, que acabou de assumir o Planejamento e apareceu agorinha na Globonews.
Outros nomes ainda aguardam confirmação. Não se sabe, por exemplo, se o Ministério das Comunicações fica na mão do PMDB ou se vai para o PP, tal qual sugeriu o presidente da Câmara. Se Ciro Nogueira não for para as Comunicações, ou para algum outro posto daqueles bons, Severino já ameaçou ficar de mal do PT (aiaiaiaiai!!!) e se declarar o mais novo amigo de infância do PFL, por exemplo.
Só o que eu tenho a dizer é que eu tenho muito, muito medo do PP no MCom!
E fecho minha boca...
cuti-cuti-cuti
Também descobri o quanto pode ser emocionante acompanhar outras mulheres grávidas em sua jornada de nove meses – cheia de descobertas, alegrias e, eventualmente, algumas encheções de saco.
Nada disso, repito, faz despertar em mim qualquer instinto maternal.
Mas fiquei realmente contente de observar Étienne, queridíssima, e sua barriga crescente. Ontem, Helena saiu do barrigão para ganhar o mundo. Há de fazer isso com a mesma inteligência, articulação e delicadeza da mamãe.
Bem-vinda, Helena. Estamos todos felizes com sua chegada :-)
segunda-feira, março 21, 2005
Digam "amém", irmãos
Gostei muito de ter ido ver o Lenny Kravitz no sábado.
Só não gostei de uma coisa: com exatas duas horas de show, o homem bateu o cartão de ponto, pegou sua malinha, botou a guitarra nas costas e foi embora. Nem um minuto a mais, nem a menos. Gente burocrática é f******
De resto, curti muito tudo! Foi muito interessante ver como Lenny está assim... gospel.
Deu o nome de "Baptism" ao CD mais recente.
Fez um monte de vocais gospel durante o show, o que também não é de se estranhar, já que seu som é R&B puro.
Mas não é só isso.
Ao longo da apresentação ele falou o tempo todo de Deus, Jesus, sobre celebrar a bênção da vida, da contemplação das maravilhas criadas por nosso senhor, etc., etc.
Também adotou umas posturas típicas de pastor evangélico performático, usando o corpo para pregar (sabe-se lá o quê) para a platéia. Dançou com um de seus guitarristas como se estivesse exorcizando um fiel de alma perdida.
Só faltou pedir para a galera repetir "Amém, Jesus!"
Contei tudo isso ontem ao sr. Areshândure Buradjiro, que me disse que com Al Green aconteceu algo muito semelhante, até que este desistisse totalmente das coisas "do mundo" e se entregasse somente às de Deus. Como quase não conheço Al Green, não me atrevo a bancar essa opinião aqui.
Muito, muito curioso isso.
sexta-feira, março 18, 2005
Forçation de barre
"Le Brésil est un continent qu'il est difficile de réduire à un simple paragraphe. C'est Rio et ses Cariocas qui paraissent plus concernés par la samba et la plage de Copacabana que par le travail forcené, c'est au contraire Sao Paulo, mégalopole industrielle fourmillant d'activité, bientôt peut être la plus grande ville du monde, c'est l'Amazonie et ses indiens, c'est l'un des pays les plus riches du monde et les favellas, c'est le foot, la samba..."
Ou:
"O Brasil é um continente difícil de resumir em um parágrafo. É o Rio de Janeiro e seus cariocas, que parecem mais preocupados com o samba e a praia de Copacabana do que em trabalhar freneticamente. São Paulo é o contrário, uma megalópole industrial cheia de ativdades, talvez seja até a maior cidade do mundo. É a Amazônia e seus índios, é um pais dos mais ricos do mundo, são favelas, é o futebol, é o samba..."
Cruzes!!!! Eles falam que não podem reduzir o Brasil a um parágrafo? Pois reduziram, e reduziram mal.
O pior é que esqueci o nome do blog, senão colocava aqui pra todo mundo ver!!! Droga...
(O bom da história foi que descobri um ótimo dicionário francês - inglês na página da TV5, www.tv5.org... aliás, foi mal algum erro de tradução, hehehe)
Oh, Lenny
Tell me baby
What are the rules, the reasons and the do's and dont's?
Tell me baby
What do you feel inside?"
Depois de uma semaninha trabalhando muuuuito e correndo de um lado para outro na mostra de TI do setor público, ganhei um CD do Lenny Kravitz e... vou no show amanhã!!!!
Yeah, yeah, yeah!!!
terça-feira, março 15, 2005
Minha história de amor e ódio
A graça do Transcriber é a seguinte: você escreve na tela do tamagotchi com letra cursiva, usando a canetinha, e o software se encarrega de transformar aquilo em letra de computador. É um recurso que já tinha visto nos Tablet PCs (uns computadores portáteis com monitor que pode ser girado e colocado sobre o teclado, para o micro ficar parecido com uma prancheta). Mas não sabia que estava disponível assim, tão facilmente, para palmtops (OK, OK, eu sei que o nome certo é Pocket PC) com Windows instalado nele.
No início, foi um encanto. Era só escrever que o bichinho passava para a tela. E ainda tinha uma função, tipo um filtro, que traduz a letra com SUA caligrafia para os símbolos típicos do teclado. Ai ai ai ai, que amor. É claro que ele não entende todos os sinais típicos do português (til, acento grave, agudo, etc.), mas isso não chegava a ser um problema.
Mas, de tanto elogiar o Transcriber, acho que ele ficou metido e começou a me ignorar. Primeiro, começou a não entender mais o meu remedo de português. Pegava as minhas simples palavras e transformava em algo como "oeiewb.soensdgr ;", ou termos tirados do sânscrito antigo, ou do gaélico. Na melhor das hipóteses, trocava meus "e" por "l", "b" por aquele símbolo alemão, umas bobagenzinhas dessas.
Não dei bola, apaixonada que estava. Pensei: "agora vou fazer como a Gisele Bündchen, que só conversa em inglês com seu bichinho de estimação". Passei a só escrever em inglês na tela do meu minicomputador. Mas acho que nem isso ele quer mais.
Agora o Transcriber está se portando como um babaca total, tal qual uns meninos da minha adolescência. Faz que não entende as minhas palavras, escreve "or" quando eu quero dizer "from", troca "media" por "nwinaos", etc., etc. E, hoje, num surto de ignorância completa, trocou "lunch" por um singelo "???".
O que eu fiz para um simples software ficar de mal assim? Ele estava se comportando tão bem.
Ainda estou decidindo se corro atrás dele mais um pouquinho ou se mando para o limbo da lixeira virtual.
Por via das dúvidas, comecei a pesquisar preços de tecladinhos para minicomputadores. R$ 390 na CTIS, só para começar, mas sei que posso achar mais barato.
Ai, ai, essas coisas tecnológicas!!!!
sexta-feira, março 11, 2005
É mesmo...
Era para ter sido uma tragédia de proporções muito, muito maiores, mas por uma falha algumas vidas ainda foram poupadas.
Na época, um brasileiro morreu, se não me engano era um paranaense que vivia ilegalmente em Madri. Consegui falar com a mãe dele por telefone. Nunca tinha conversado com uma pessoa que tivesse acabado de viver o que essa mulher viveu. Claro, um horror.
O estranho é que, se não fossem as notícias e calendários, a gente não se lembraria tanto dessa história quanto lembramos o 11 de setembro, por exemplo. Posso arriscar uma explicação?
Quase não há imagens que mostrem o atentado. É diferente da queda das torres gêmeas, quando a gente viu milhões de ângulos (repetidos à exaustão) dos aviões perfurando o prédio. E, depois, a atitude de Bush – primeiro atônita, depois histérica – e sua caçada pelos representantes do eixo do mal.
Em Madri, não. Não houve câmeras de vídeo, e a maioria dos jornais foi bastante discreta ao mostrar imagens do que restou. Não lembro de ninguém que tivesse revelado, sei lá, pedaços de braços, olhos saídos da órbita e coisas do tipo. Sem a angústia provocada pelas imagens, a história parece perder força, o que é péssimo.
A atitude dos governantes espanhóis, pelo menos no meu ponto de vista, foi mais sóbria, efetiva e muuuuito mais louvável do que a de seus companheiros de tragédia. Com eleições marcadas para o fim de semana seguinte, foi simples desse jeito: tira-se o suposto responsável pela ira dos terroristas, coloca-se no poder um novo primeiro-ministro.
Zapatero removeu as tropas espanholas do Iraque e parou de só obedecer o que Washington mandava. Melhor assim. Resposta – repito – louvável, mas que acabou suavizando a história no imaginário coletivo. Que ela não seja, jamais, esquecida.
Pois é
Depois vou tentar colocar de novo a minha foto com a Paty. O Flickr também não colaborou muito esses dias.
O que eu sei é o seguinte: à algumas de minhas insatisfações, juntaram-se várias outras, de modo que nos últimos dias tenho achado quase tudo ruim. Ainda bem que tenho mamãe, papai, irmãos, amigos, Erasmo e Deus, que estão comigo – senão fisicamente, em pensamento o tempo todo.
Espero que esse mau humor vá embora logo, que a vida é louca e urgente.
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Se alguém sentiu falta de um comentário mais leve, ei-lo-o: a moda do inverno vai ser veludo, e de todas as cores. Veludo nas calças, saias e casacos. Bem quentinho e aconchegante, como tudo deve ser.
quarta-feira, março 09, 2005
terça-feira, março 08, 2005
Tá perdendo a hora?
http://t2.technion.ac.il/~snoom/c2.swf
http://t2.technion.ac.il/~snoom/cable_clock.swf
http://t2.technion.ac.il/~snoom/3dc2.swf
Mas o melhor mesmo é o do link abaixo, também conhecido como o relógio digital do português:
http://t2.technion.ac.il/~snoom/hand.swf
segunda-feira, março 07, 2005
Eu voltei, agora é pra ficar
A outra coisa que esqueci durante esse tempo todo foi o blog, do qual eu já estava com saudade. E, pelo jeito, algumas pessoas também (viva!!!).
Pois então, agora voltei para contar porque andei ausente por tantos dias.
Nem bem cheguei da Chapada, já arrumei a mala de novo para ir para São Paulo pela 30.987ª vez. Dessa vez a parada era a Telexpo, um superevento de telecomunicações. Tinha tanta coisa para ver que eu praticamente me concentrei só em telefonia celular e quase que não consegui ver tudo o que queria.
Así que todas as outras coisas da feira, tipo Voz sobre IP, Skype, TV sobre IP, etiquetas eletrônicas e outros – fora um monte de novidades das operadoras fixas e móveis –acabaram ficando de fora da minha apuração e da edição do informática que sai amanhã, terça feira. Leiam, que tem um monte de celular legal chegando no mercado! É o que muita gente vai querer ter nos próximos meses e anos.
Outra coisa muito legal que rolou no evento foi um workshop que fiz de mestre cervejeiro. Como assim??? A viagem foi a convite da Qualcomm, desenvolvedora da tecnologia Brew, que serve para criar e rodar games, ferramentas de produtividade, internet banking e outras aplicações para celular. Brew(ing), em inglês, também designa o ato de fazer cerveja. Então, os caras da Qualcomm resolveram fazer uma graça e chamaram um mestre cervejeiro da InBev (Ambev + Interbrew) para ensinar algumas coisas. Anotei TUDO, achei superlegal, daqui a pouco eu coloco o que aprendi. O mais legal é que ganhei um diploma de, como diria o Erasmo, mestre-cervejeira-júnior. Algo assim, no melhor estilo "quem não me conhece é que me compra".
Mais sobre a Telexpo eu não vou querer falar, porque já vi e escrevi exaustivamente sobre isso.
Daqui a pouco eu escrevo mais, agora tenho que mandar a edição pra gráfica...
segunda-feira, fevereiro 28, 2005
Mais um
http://postsecret.blogspot.com
É mais um que vai para a minha lista. E os desenhos enviados pelas pessoas ainda são uma graça!
Comendo perigosamente
Isso vai para os meus links!
Bem, amigos da Rede Globo,
domingo, fevereiro 27, 2005
sábado, fevereiro 26, 2005
Bom fim de semana!
Vou passar o sábado e o domingo bem longe daqui, em um lugar distante, onde não há celular nem internet. Será que eu sobrevivo? Hehehehe. Claro que sim.
quinta-feira, fevereiro 24, 2005
Irmão
É um garoto branquinho, de olhos azuis e sobrancelhas espessas, inteligente, prestativo, amigo, tímido, cuidadoso e muito sério. É o meu irmão mais novo, Rubem.
Depois de dois sustos, esse rapaz se consagrou como o mais novo calouro da UnB. Passou nos 47 minutos do segundo tempo, já nos últimos descontos do juiz (ok, vamos denominar isso segunda chamada), para Farmácia.
Eu sei, já te dei uns cinco abraços e pulei em cima de você quando você me deu a notícia. Mas acho que ainda não expressei 100% a alegria que fiquei. É simplesmente a de dizer que, daqui pra frente, rapaz, tudo simplesmente deslancha. É só trabalhar sério e ficar atento às oportunidades.
E pode tratar de se despedir desse seu cabelo liso, que muita mulher queria ter igual... que ele vai simplesmente embora no dia da sua matrícula. Mas é como você disse, melhor ficar sem cabelo do que sem vaga na universidade, certo?
Beijos pra você, irmão,
Da sua irmã :-)
Notícias do dia
Vilma Martins, a Nazaré-da-novela-das-oito, pode estar mais perto de ganhar a liberdade. Ela desistiu de um recurso para revisão de sua sentença de mais de 14 anos. Mas, em compensação, completará em breve um sexto de sua pena, o que a habilita para progredir para o regime semi-aberto de prisão. Assim, ela poderá trabalhar ou estudar (sei...) de dia e voltar para a cadeia à noite.
Tadinha da Vilminha, ela não concorda com a sentença a ela imposta pelos crimes que cometeu.
Segundo a advogada, já foi massacrada o suficiente pela mídia e pela novela das oito.
Tadinha da Vilminha, cuti-cuti-cuti, qui-qui-qui-qui-qui-qui-qui-qui
Gente, eu também quero ganhar salário de R$ 21,5 mil! Eu não ia nem saber o que faria com tanto dinheiro. Vamos ver: acho que eu iria a Nova York, depois a Paris, depois eu compraria um livro lindo de moda que fiquei lendo na terça passada (é um catatau, deve ser carésimo).
Em uns dois anos, eu teria um fluxo constante de dinheiro, que somaria R$ 1 milhão no final do período. Isso é muito melhor que ir para o Big Brother, especialmente considerando-se que eu não teria de tomar sol de biquíni enquanto as câmeras me filmam.
De que lugar do orçamento vão tirar $$$ para cobrir as promessas de campanha do Seu Severino, isso ninguém sabe ainda. Isso porque só na sexta feira sai uma programação de receitas e despesas.
É uma promessa cara, que sabe-se lá o que acontecerá com os parlamentares se não for cumprida.
E as promessas de campanhas feitas ao eleitor, hein?
quarta-feira, fevereiro 23, 2005
Pára tudo!!!!
E ainda mais no dia do meu aniversário, 23 de abril!!!!
Vou poder comemorar cantando
Every me and every you
Every meeeeeeeeee :-)
Amo muito esse som andrógino. Já estou lá...
Azulejos
Recebi hoje essa foto, por e-mail. É de divulgação do programa Monumenta, do Ministério da Cultura. Eles estavam esperando 200 inscrições para a escola de azulejaria de São Luís, mas receberam 719 requisições de um pessoal bem jovem, entre 18 e 23 anos.
Muito bonita essa foto, adoro azulejos.
Nunca fui ao Maranhão, mas quem sabe um dia? Agora que tenho amigos lá...
segunda-feira, fevereiro 21, 2005
Eba!
Tá bom que é apenas um bate-e-volta. Vou de manhã, volto à tarde.
Não vai dar tempo de ver lojas, nem ir ao Mercado Municipal (ai, saudade!!!) ... mas para tudo isso acho que ainda vou ter um milhão de oportunidades.
Estou contente assim mesmo :-)
Mar Adentro
y en la ingravidez del fondo,
donde se cumplen los sueños,
se juntan dos voluntades
para cumplir un deseo.
Un beso enciende la vida
con un relámpago y un
trueno,
y en una metamorfosis
mi cuerpo no es ya mi
cuerpo;
es como penetrar al centro
del universo.
El abrazo más pueril,
y el más puro de los besos,
hasta vernos reducidos
en un único deseo:
Su mirada y mi mirada
como un eco repitiendo,
sin palabras:
más adentro, más adentro,
hasta el más allá del todo
por la sangre y por los
huesos.
Pero me despierto siempre
y siempre quiero estar muerto
para seguir con mi boca
enredada en tus cabellos.
(Ramón Sampedro)
sábado, fevereiro 19, 2005
sexta-feira, fevereiro 18, 2005
Diálogos Míopes (2)
- O curso de jornalismo é assim - disse eu - difícil de entrar, fácil de sair.
- Fala sério! - respondeu Fernanda - Eu tenho vários conhecidos que fizeram o curso nas coxas e se formaram em quatro anos.
- A formação é muito superficial, é foda. Não tem matérias de economia, política... Só se você conseguir que a UnB te dê.
- Mesmo na USP, que é famosa, parece que o pessoal reclama. E eles ainda tem umas aulas de história e tal. Eu mesma só fui aprender jornalismo online mesmo no dia-a-dia.
(Já nos respectivos boxes dos chuveiros, a água jorrando forte)
- Cara, eu também. No Provão, fizeram umas perguntas sobre jornalismo online... e foi foda ver que a UnB não ensinou certos conceitos pra gente.
- No Provão... ######################################################
(Nesse momento, a transmissão é cortada pelo som dos vários chuveiros ligados ao mesmo tempo, em boxes com péssima acústica)
- Fer, a gente pode continuar conversando depois? Não tô conseguindo te ouvir. Pra piorar, estou sem óculos...
(É como disse a Marieta Severo em Janela da Alma: por alguma estranha razão, quando tiro os óculos também fico meio surda.)
Diálogos míopes (1)
- E aí, Mari, a cirurgia sai quando?
- Espero que logo, né? Fiz mais uns exames essa semana. Não vou poder fazer só a de laser não.
- Por que?
- Não vai tirar a quantidade de graus suficientes pra eu me livrar dos óculos.
- E aí, como é que faz?
- Abre o disquinho da córnea com laser, coloca uma lente nova e fecha. Em uma semana dá pra nadar de novo.
- Legal, hein? Tá nadando de lente hoje?
- Não, desisti disso. Apesar de eu gostar...
- Sei...
- Eu adoro lente de contato. Meu único problema é tirar.
- Por que? Você tem dificuldade? Machuca o olho?
- Não. É que quando eu tiro eu não vejo mais nada.
Ora, as modas
Uma garota nos seus 20 anos é menos inteligente do que as outras simplesmente porque gosta de alisar os cabelos e usar strass espalhado pela roupa?
Certos políticos deixam de ser corruptos (ou corruptíveis) pelo simples fato de usarem terno, gravata e cabelos alinhados com gel?
Não creio. Não creio.
Então, o que explica a decisão do pessoal do colégio Galois de criar aquele ridículo uniforme de gala para a molecada da 7a e 8a séries?
Bom, o uniforme em si não é ridículo. Parece até com aqueles que nossos pais e mães e avós usaram lá pelos anos 40 e 50. E que até hoje é usado na Argentina, na Europa e no Japão. Ridículo é impor a moda em uma cidade árida como Brasília. E ainda fazer os pais pagarem entre R$ 380 (o masculino) e R$ 420 para vestirem seus pimpolhos de saia de pregas, colete e gravatinha.
Desnecessário dizer que os moleques ficaram putos. A partir de agora, a nova moda fica valendo durante um dia da semana. Nada de usar as baby-looks modernosas, que a gente vê aos montes quando eles vão almoçar lá no Pátio Brasil. Daqui a alguns anos, no máximo, cinco, a coisa vira permanente e eles terão de usar isso todos os dias.
Isso porque a direção da escola acha que o uniforma ajuda a promover um retorno aos "valores tradicionais" (ai, meu Deus, sempre eles). Tá bom, eles podem fazer isso. Dá para incutir valores familiares levando os garotos para a fazenda (como eles fazem uma vez por semana) e ensinando certas noções de mecânica, cuidados domésticos, etiqueta, etc., o que aliás é superlegal. Mas precisa impor essa moda assim?
Se a moda vai dar certo ou não, se as outras escolas vão gostar da idéia ou não, se os alunos vão queimar o uniforme ou não, isso só o tempo vai dizer.
A única coisa certa é que as colegiais do Galois deverão se tornar o próximo fetiche dos tiozões-velhos (e outros nem tão velhos assim) da cidade.
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Feliz era eu, que ia lépida e fagueira pra escola de camiseta cinza com um minúsculo logotipo do CEAN. Viva! :-)
quinta-feira, fevereiro 17, 2005
Nós e eles
Curioso isso
(Não vou nem comentar os erros de gramática que o próprio corretor comete...)
quarta-feira, fevereiro 16, 2005
Esqueçam, esqueçam...
Severino Cavalcanti, do PP, foi eleito com apoio maciço do baixo clero - que certamente se animou com a promessa de obter aumento salarial capaz de equiparar os deputados aos ministros do STF.
Mais do que um ataque (ainda maior que o atual) ao bolso do contribuinte, há algo mais que podemos esperar: dois anos de muito, mas muito conservadorismo mesmo, na discussão de certas pautas na Câmara. Direitos civis dos homossexuais? Legalização do aborto? Esqueçam. Tratem de ignorar, a partir de agora, estes e outros assuntos espinhosos à direita católica ultramegaconservadora-plus. Seu Severino não gosta.
Mais sobre o novo presidente da Câmara e seus nobres colegas:
http://www2.camara.gov.br/deputados
segunda-feira, fevereiro 14, 2005
The way to the future... the way to the future...
Bom, o filme é bacana... Leonardo di Caprio, não fosse conhecido mais por sua faceta celebridade-namorado-de-Gisele-Bündchen, não tivesse perdido seu tempo com filmelhos tipo A Praia, talvez seria mais visto pelas pessoas como o bom ator que é. Nossa, faz uns 10 anos que eu o vi como o irmão autista de Johnny Depp em Gilbert Grape e fiquei impressionada. O cara rouba a cena de Johnny e de Juliette Lewis, a mocinha da história!
A única chatice do filme é seu tempo de duração, umas três horas. E, no final, ninguém se dá ao trabalho de dizer que fim levaram Hughes, seus filmes e a TWA.
Em tempo: Hughes morreu em 1976, de insuficiência renal. Seu último filme foi Jet Pilot, de 1957 (the Outlaw, cuja história é contada durante O Aviador, é de 1943). Já a TWA faliu em 2001.
Mais sobre a biografia de Howard Hughes:
http://www.imdb.com/name/nm0400652/
And so it is
The blower's daughter
(Damien Rice)
And so it is
just like you said it would be
Life goes easy on me most of the time
And so it is the shorter story
No love no glory
No hero in her skies
I can't take my eyes off of you
And so it is
just like you said it should be
we'll both forget the breeze
most of the time
And so it is
the colder water
the blower's daughter
the pupil in denial
I can't take my eyes off of you
Did I say that I loathe you?
Did I say that I want to leave it all behind?
I can't take my eyes off of you
my mind 'til I find somebody new
domingo, fevereiro 13, 2005
Ei!
Sou a Mari Lee e moro em Brasília, a ilha da fantasia :-)
Achei hoje essa foto tirada ha um tempão num palm com câmera...
sexta-feira, fevereiro 11, 2005
Uma coisa leva à outra
Não!!! Eu ainda não estou com essa grana toda para comer nababescamente esse monte de carne. Mesmo que eu tivesse tanto $$$, ainda assim não iria lá tão fácil.
Ontem fui só para tomar um suquinho (juro!!!) no aniversário da Patyleuza, no bar que o Porcão também tem. Dá para tomar uns drinks e comer uns petiscos sem estourar a conta bancária (por exemplo, uma travessa enorme de pastéis sai por uns R$ 11). Acho que eles nem divulgam muito isso, senão todo mundo vai deixar de ir no esquema nababesco para só ficar no bar com a galera, bebendo e comendo umas poucas coisas e gastando pouquinho.
O curioso é que, na porta do lugar, é impossível não reparar na "decoração" formada por esteiras, bicicletas e aparelhos de abdominal. Tem até um Bob, aqueles bonecos que servem para a gente socar e chutar (tadinho! hehe). Tudo assim, estrategicamente colocado à venda na saída, para lembrar os pobres glutões de sua responsabilidade com os próprios índices de gordura e colesterol. Com aquela pancinha que salta da calça depois que a gente come muito, sabe?
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Beijos para a Paty (parabéns de novo!!!) e para todas as mulé. Amo vocês! :-)
quarta-feira, fevereiro 09, 2005
Estrela (de)cadente
O primeiro foi a boneca Amore, que falava frases diferentes quando a gente mexia os braços e pernas e quando ela ficava sem chupeta. Eu enchi tanto o saco da minha mãe, mas tanto, que ela acabou me dando de presente de Natal. Isso deve ter sido lá pelos idos de 1985, quando a gente tinha acabado de chegar a Brasília. Eu ainda me lembro dela levando a gente (eu e meu irmão do meio) pelo Conjunto Nacional para dar uma olhada nos possíveis presentes. É claro que eu não tive paciência de esperar pelo Natal e acabei berrando um monte para mamãe me dar a boneca na hora. Ai, ai... desculpa, mãe. Agora que sou grande :-) reconheço o quanto crianças chorosas são insuportáveis. Você vai para o céu, tamanha a sua paciência. E eu, escolada, me recusarei a ter filhos.
O segundo foi uma boneca da qual não vou me lembrar o nome agora, mas ela vestia maiô, touquinha... e nadava! "Sabia" crawl, borboleta e costas. Por motivos óbvios, eu me apaixonei por ela. Devo ter ganhado um tempo depois da Amore e antes de a gente mudar pra BH, porque eu ainda me lembro de tê-la colocado para nadar na piscina lá do bloco.
O terceiro foi a Barbie. Só tive uma, que ganhei quando já era "velha" (uns 10 ou 11 anos). Mas não posso reclamar, porque brinquei um monte com as das minhas amigas. A gente ficava quatro horas para montar a casa da Barbie, o carro da Barbie, o salão de beleza da Barbie, o escambau-a-quatro da Barbie e depois cansava. No final das contas, só dava conta de brincar uma meia hora com a bonequinha.
Outras pessoas da minha geração têm histórias parecidas com a minha, razão pela qual não tem como não ficar impressionada com a possibilidade de isso vir a acabar. Tá certo que empresas são empresas, que vivemos num capitalismo (neo) liberal implacável, que isso é coisa de mercado e acontece. Acontece mesmo, vai fazer o quê? Mas existem marcas que transcendem tudo isso e se revestem de um verniz emotivo que dura por muito tempo, como a Estrela.
Um repórter da Istoé Dinheiro captou bem esse pensamento e fez uma boa matéria explicando o que aconteceu. Leia aqui:
http://www.terra.com.br/istoedinheiro/387/negocios/cai_estrela.htm
Tá barátio!
SÃO PAULO – janeiro, 2005 - Os estudantes que precisam de um computador potente e portátil, a Apple tem um sob medida. O iBook é leve, pequeno e vem com os recursos necessários para você poder trabalhar tranquilamente. Já para aqueles que gostam de música, mas quer muito mais que um tocador de MP3, o iPod é ideal para guardar suas informações mais importantes. Juntos eles se completam e, separados, são os melhores em suas categorias.
Ideal para estudantes, o iBook tem gravador de CD e leitor de DVD e uma série de programas que ajudam a desenvolver a criatividade. O iBook vem com cinco aplicativos importantes: Apple Works, iPhoto, iMovie, iTunes, iDVD e GarageBand.
O iMovie é ideal para quem precisa montar vídeos, já que ele edita material digital rapidamente; o iPhoto é para quem precisa ter suas fotos sempre à mão, basta conectar qualquer câmera digital no seu iBook e ele automaticamente reconhece e baixa suas fotos; o iTunes, muito mais que uma simples jukebox digital, permite que você edite e guarde aqui a trilha sonora para seus vídeos e seu iPod; o iDVD permite montar DVDs com vários temas diferentes; e o GarageBand é para aqueles que adoram música e que agora, finalmente, podem compor suas próprias composições.
O iBook ainda pode ser usado naquelas conversas online com os amigos durante horas. Isso é possível porque ele vem com o iChat AV instalado. Com uma câmera digital, você consegue falar com pessoas em outros países como se fosse um chat normal de Internet. Você ouve, vê e fala com qualquer pessoa em qualquer parte do mundo.
Além de todos esse recursos, o iBook ainda pode ser usado para assistir seus DVDs favoritos, ouvir CDs e baixar jogos da internet. O iBook já vem com o sistema operacional da Apple, Mac OS X Panther instalado, o Mail, para troca de emails e o Safari, para acesso à Internet.
E quem disse que não pode levar seu iPod para a faculdade? O tocador de MP3 mais vendido no mundo tem muito mais utilidade que simplesmente tocar música.
Com um dísco rígido, o iPod permite que os estudantes baixem arquivos, podendo carregar trabalhos, apresentações, notícias, idéias, tudo em qualquer formato, além de armazenar fotos digitais. Data de provas, aniversários, telefones e emails também podem ser guardados no iPod, graças a sua agenda de telefone e compromisso.
Mas o iPod também pode ser usado como despertador, podendo despertar com sua música favorita. E, se dormir ouvindo música, o sistema de sleep desliga o aparelho, poupando a bateria. O iPod também vem com uma série de jogos para distrair os estudantes em um momento de tensão, como o Paciência e Tétris.
O iBook está disponível nas seguintes configurações:
- Processador PowerPC G4 de 1.2 GHz, pesando apenas 2,22 quilos:
- um nítido monitor TFT de matriz ativa com 12,1 polegadas (diagonais);
- 256 MB de SDRAM DDR expansível até o máximo de 1,25 GB de memória;
- um disco rígido Ultra ATA de 30GB;
- AirPort Extreme pare rede sem fio 802.11g de 54 Mbps;
- duas portas USB 2.0, FireWire 400;
- saída de vídeo VGA, S-vídeo e suporte a saída de vídeo composite;
- Ethernet (10/100BASE-T); e
- um combo drive slot-load (DVD-ROM/CD-RW);
- PREÇO: R$5990
- Processador PowerPC G4 de 1.33 GHz, pesando apenas 2,68 quilos;
- um nítido monitor TFT de matriz ativa com 14,1 polegadas (diagonais);
- 256 MB de SDRAM DDR expansível até o máximo de 1,25 GB de memória;
- um disco rígido Ultra ATA de 60GB;
- AirPort Extreme pare rede sem fio 802.11g de 54 Mbps;
- duas portas USB 2.0, FireWire 400;
- saída de vídeo VGA, S-vídeo e suporte a saída de vídeo composite;
- Ethernet (10/100BASE-T); e
- um combo drive slot-load (DVD-ROM/CD-RW);
- PREÇO: R$7990
- Processador PowerPC G4 de 1.33 GHz, pesando apenas 2,68 quilos;
- um nítido monitor TFT de matriz ativa com 14,1 polegadas (diagonais);
- 256 MB de SDRAM DDR expansível até o máximo de 1,25 GB de memória;
- um disco rígido Ultra ATA de 60GB;
- AirPort Extreme pare rede sem fio 802.11g de 54 Mbps;
- duas portas USB 2.0, FireWire 400;
- saída de vídeo VGA, S-vídeo e suporte a saída de vídeo composite;
- Ethernet (10/100BASE-T); e
- um SuperDrive slot-load (DVD-R/CD-RW);
- PREÇO: R$8990
Já o iPod está disponível nos seguintes modelos:
- iPod com capacidade de 20 GB (R$2390) e 40 GB (R$2990), equivalente a até 10 mil músicas, dependendo do modelo;
- iPod mini de 4 GB (R$1890) com capacidade para até 1000 músicas;
- iPod U2 de 20 GB (R$2590), que já vem com as músicas do mais recente CD How to Dismantle an Atomic Bomb e;
- iPod Photo de 40 GB (R$3390) e 60 GB (R$3990), que armazena mais de 15 mil músicas e 25 mil fotos, dependendo do modelo.
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Gente, se eu soubesse que era tudo assim, tão barato, já tinha pedido dois de cada produto nos meus tempos de estudante da UnB. Será que se eu apresentar minha carteirinha do curso de extensão em jornalismo econômico eles ainda liberam esse precinho camarada pra mim?
terça-feira, fevereiro 08, 2005
Descompasso
É o anúncio patrocinado por representantes da indústria do entretenimento (se estivéssemos nos EUA, seriam a RIAA e a MPAA. Mas, aqui, confesso que não sei os nomes). Nele, vemos uma seqüência de imagens tremelicantes, com uns textinhos em maiúsculas intimidantes:
VOCÊ ROUBARIA UMA CARTEIRA??????
VOCÊ ROUBARIA UMA BOLSA?????
VOCÊ ROUBARIA UM CELULAR???
...
BAIXAR MÚSICAS E FILMES PELA INTERNET É ROUBO
VOCÊ FARIA ISSO???
Não sei se o texto é exatamente esse, mas a idéia é bem essa. Em meio a tudo isso, só falta surgir um senhor de túnica e barbas brancas, condenando ao inferno aqueles que fazem download de músicas e filmes pela web. Assim, bem exagerado.
Pois é: nas primeiras aulas da faculdade de comunicação, a gente já aprende que não adianta tentar se comunicar se a gente não sabe direito quem é nosso público-alvo. E, creio eu, o problema acometeu os nobres mocinhos que criaram o comercial para ser exibido no cinema.
Aquela mensagem não deveria ser exibida para as pessoas que estão comodamente sentadas em suas poltronas. Afinal, elas estão ali justamente porque simplesmente não estavam a fim, ou não tinham os meios apropriados para baixar filmes na web. Nessa condição, eu é que me sinto roubada de ter de pagar um ingresso caríssimo (eu ainda tenho carteirinha de estudante de jornalismo econômico. Mas e quando março chegar e a carteirinha vencer? Lascou) toda vez que quero ver algo. Só que eu não estou a fim de ver filmes no monitor do micro! E o custo daquelas famílias enormes que, além de ingresso, pagam estacionamento de shopping ou flanelinha, pipoca, refrigerante para a molecada, etc., etc.? É ou não é roubo?
Definitivamente, esse não é o público no qual o anúncio deveria estar focado. Não tenho pesquisas comprovando, mas acho que dá para inferir que, quem gasta os tubos para sair de casa e ir ao cinema não apela para a internet assim tão fácil. E os nobres mocinhos, com sua nobre causa, pelo jeito ainda não se deram conta disso.
Eles também poderiam parar para pensar: se há gente baixando vídeos e músicas de graça pela internet, é porque alguma coisa está muito errada e ultrapassada com os atuais modelos de negócio da indústria do entretenimento. E, em vez de ficar torrando a paciência da pobre audiência do cinema, os nobres mocinhos bem que poderiam voltar seu tempo e massa cinzenta para adaptar a indústria à nova era dos bits.
segunda-feira, fevereiro 07, 2005
O shake da'ass de Ray
O filme, apesar de longo, é emocionante e tem uma fotografia linda, colorida, com umas texturas bacanas.
Sem contar as músicas, que já nos anos 50 botavam a galera para dar um shake that ass básico, mas muito menos vulgar do que a gente vê hoje em dia :-)
Sou tosca, mas estou na moda
Aproveitei um minutinho livre ontem para ler a entrevista com a Tati Quebra Barraco na Marie Claire. Cara, não entendo como uma mulher tosca e cabrunca como aquela ficou na moda assim... do nada. Botou todos os modernetes para dançar ao som de Cartão Magnético (no final da matéria, mostraram algumas letras, todas hilárias). Bom, moda é moda, né? E todas elas passam.
Para ler a entrevista: www.marieclaire.globo.com
sexta-feira, fevereiro 04, 2005
Linda
Quando eu crescer, quero ser igual a ela :-)
O casal mais legal do cinema
Julie Delpy e Ethan Hawke, em Antes do Amanhecer (1995).
Na foto eles aparecem novinhos, novinhos. Julie, então (olha a intimidade... hehehe), não era tão loira, nem tão magra quanto agora. Eles estão de volta em Antes do Pôr do Sol (2004), mais velhos, mais interessantes, legais e confusos do que nunca.
O filme estréia hoje por aqui, depois de já ter passado em um monte de lugares do Brasil... tambem vale lembrar que, nos Estados Unidos, a parte dois da história de Jesse e Celine já chegou até ao DVD.
Demorou, demorou...
quinta-feira, fevereiro 03, 2005
Tudo por um frango
A foto não foi tirada no asséptico Plano Piloto, mas em Unaí (MG, a 150km daqui), onde uma tempestade durou 17 horas e provocou a interdição de três pontes.
Nela, a gente vê a água barrenta chegar quase ao telhado de uma casa. E, no meio dela, um cara de boné nada.
Por que ele nada?
Para salvar um frango, ele disse. "Eu nado bem, não me incomodo de tentar salvar uma vida, seja de homem, mulher ou bicho".
Hum... sei não. Eu e Mary Amazon começamos a especular, diante de tamanho desprendimento. Será que ele ficou cinco anos engordando esse frango? Será que esse era o frango de estimação do filho dele? Será que em vez de frango, tratava-se de uma franga, prestes a botar ovos?
Resposta: nenhuma das alternativas está correta.
Na reportagem, lá dentro do jornal, o tio contou que ficou emocionado com a luta do frango pela vida. Ele (a ave) já havia tentado buscar abrigo em um telhado de galpão e depois numa árvore. Não deu certo. Estava quase pedindo arrego quando o servidor público Valusiano Pereira o encontrou.
Agora, ao que consta, homem e frango passam bem.
(A bondade humana é mesmo tocante. No entanto, nada me tira da cabeça que esse frango sobreviveu à força da tempestade, mas não resistirá às águas quentes da panela de seu Valusiano).
Very good, bichinha! Very good...
What the hell is that? = Diabéisso?
Hurry up! = Avia, homi!
Take it easy! = Se avexe não!
Don´t be stupid! = Deixe de ser jumento!
Let´s go, fellows! = Rumbora negada!
No thanks! = Carece não!
Very far away! = Lá na carraducarai!
Very good = Danado de bom
This way = Peralí
More or less = Marromeno
Straight ahead = No rumo da venta
Get out of the way = Ó o mei! Sai do mei!
That´s cool! = É pai d´égua!
I give up! = Eu peço penico!
Wait for me! = Perainda!
Hey, mister! = Psiu, ei seu Zé!
Son of a bitch = Fi duma égua
Come to me, baby! = Ande, Tonha
terça-feira, fevereiro 01, 2005
Tango cor de rosa
Foi com esses recursos que deixei essa foto completamente modificada: primeiro, em preto-e-branco. Depois, rosa pêssego. Que fofo...
O ponto negativo é que, para enviar fotos para o Blogger, o Picasa exige que baixemos tambem o software Hello...
quinta-feira, janeiro 27, 2005
Os 25 mais
1. Internet
2. Celular
3. Computadores pessoais (PCs)
4. Fibra ótica
5. E-mail
6. GPS
7. Computadores portáteis (notebooks, palmtops, Pocket PCs...)
8. Disquetes e CDs
9. Câmeras digitais
10. Radio frequency ID tags
11. MEMS
12. DNA fingerprinting (obs!!! não sei traduzir os itens das posições 10, 11 e 12, se alguém souber...)
13. Air bags
14. Caixas eletrônicos
15. Advanced batteries
16. Carros híbridos
17. OLEDs
18. Display panels
19. TV digital de alta definição
20.Space shuttle
21. nanotecnologia
22. memórias Flash
23. Correio de voz
24. Modern hearing aids
25. Short-range, high-frequency radio
i-ha!!!!
"Fulano de tal não cultiva maconha em casa porque ele fuma, mas sim porque ele gosta do formato da planta".
Saquei... :-)
Boa, boa, boa
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A academia Runner (SP) tem um outdoor que diz o seguinte: "Neste verão, você quer ser sereia ou baleia"?
Então uma cliente respondeu a pergunta deles e distribuiu o seguinte e-mail por aí, inclusive para a Runner:
"Ontem eu vi um outdoor da Runner, com a foto de uma moça 'escultural' de biquíni e a frase: 'Neste verão, qual você quer ser? Sereia ou Baleia?' Respondo:
Baleias sempre estão cercadas de amigos. Baleias têm vida sexual ativa, engravidam e têm filhotinhos fofos. Baleias amamentam. Baleias nadam por aí, cortando os mares e conhecendo lugares legais como as banquisas de gelo da Antártida e os recifes de coral da Polinésia.
Baleias têm amigos golfinhos. Baleias comem camarão à beça. Baleias esguicham água e brincam muito. Baleias cantam muito bem e têm até CDs gravados. Baleias são enormes e quase não têm predadores naturais. Baleias são bem resolvidas, lindas e amadas.
Sereias não existem. Se existissem viveriam em crise existencial: Sou um peixe ou um ser humano? Não têm filhos, pois matam os homens que se encantam com sua beleza. São lindas mas tristes e sempre solitárias... Runner, querida, prefiro ser baleia!"
segunda-feira, janeiro 24, 2005
filete portenho
segunda-feira, janeiro 17, 2005
Matando as saudades
Muito louco, tinha algumas pessoas que eu não via há uns dez anos! E olha que Brasília é uma cidade em que é fácil demais encontrarmos os conhecidos na rua.
Pena que não foram muitas meninas (só eu e mais duas), não dava nem para formar um revezamento...
Vá e veja
O roteiro nem é assim, brilhante. A história, na verdade, é bem simples, como a maioria dos filmes mais recentes que tem vindo de lá. Mas é tão bem filmado e verdadeiro - aliás, como o Filho da Noiva e Abraço Partido - que acaba conquistando a gente. E tem atuações bem bacanas também, principalmente a da atriz que eu esqueci o nome agora e que é a cara da Eva Wilma.
Fora que tem paisagens lindas de Mendoza e dos Andes argentinos, que vi de monte durante as férias! Que saudade... Erasmo até falou da vontade de fazer uma viagem enorme, de Salta (no norte) até a Patagônia, só de ônibus. Chato, hein? :-)
Aí... vi no filme um corte de cabelo inspirador, que me fez ter uma vontade ainda maior de passar uma tesoura, uma tesourona, e ficar completamente diferente.
Será que rola?
Não tente fazer isso em casa
É claro que isso é um comando do Windows XP - não bastasse suas inúmeras vulnerabilidades, ele ainda tinha que ter um comando bizarro desses.
(Acho que se a Mafalda, do Quino, visse isso, iria dizer que o monitor ficou daquele jeito só porque estamos no hemisfério sul)
Basta clicar com o botão direito na tela e pedir a opção Graphic Properties. Por ali, é possível ajustar o monitor tanto na vertical, quanto na posição normal e, claro, de ponta-cabeça. O incrível é que, uma vez de cabeça para baixo, até o mouse funciona de modo contrário ao convencional. Ou seja, se o conduzimos para a frente, a seta passa a apontar em direção à parte baixo da tela.
Mais sensacional ainda é o fato de que esse efeito "hemisfério sul" dura só alguns segundos. No teste que fizemos, a tela ficou torta por não mais que 1 minuto.
Isso foi o que me deixou ainda mais intrigada: para que alguém teve a brilhante idéia de deixar a tela de ponta-cabeça, ainda mais por só alguns segundinhos?
Que utilidade a pessoa em questão achou que isso fosse ter?
Eu, hein...
quinta-feira, janeiro 13, 2005
O diagramador-morcego
Pois bem: soube que a equipe de cultura passou por uns momentos confusos ontem, quando um diagramador do caderno deu um comando qualquer e a tela do Windows, de repente (não mais que de repente), ficou de cabeça pra baixo.
O mais bizarro da história não foi o fato de ele ter sido apelidado de o diagramador-morcego, nem as tentativas de fazer a coisa toda voltar ao normal - o que incluiu a hipótese de pegar o monitor do micro e literalmente virá-lo de ponta-cabeça.
O melhor disso tudo foi descobrir que alguém na Microsoft teve a manha de criar um comando capaz de deixar a tela desse jeito. Tudo bem, hoje temos monitores que ficam na vertical, mas de cabeça para baixo é algo assim... anormal. A inteligência humana não tem mesmo limites :-)
quarta-feira, janeiro 12, 2005
Não acredito
Como diria o Felipe (http://sempreaprendiz.blogspot.com), Cooooooooooooooooooooooooooooomo iiiiiiiiiiiiiiiiiiisssssssssssssssssssssssssssssssssso????
Pois é, fiquei me alternando entre um estado de graça e uma brabeza básica durante os dois primeiros dias. A felicidade é porque agora temos comps individuais, com internet rápida, editor de texto compatível com windows e mousepad do Shrek :-) Mas eu também andei apanhando um bocadinho do novo sistema de edição e arquivamento de matérias. Por isso a aflição.
Mas tudo passa e agora vai tudo ficar certinho. Assim espero!
segunda-feira, janeiro 03, 2005
Mendoza
Em alguns momentos, Mendoza parece um pouco com Brasília: é facílima de andar, com ruas quase cartesianas. Tem também um clima seco e quente, muito parecido com o daqui entre os meses de junho e outubro. É tão, mas tão árida, que a grama fica meio ralada, igualzinha à do cerrado durante os meses da seca.
A semelhança acaba por aqui. Em outros aspectos, a pequenina Mendoza dá de 1000 x 0 em Brasília (foi mal, Niemeyer e cia!).
A água de Mendoza vem, em grande parte, do degelo dos Andes. Já no começo do século passado, foi desenvolvido um sistema de irrigação tão bacana que permitiu o desenvolvimento de uma vegetação rica, variada e colorida. Prova disso é o Parque San Martin (tudo na Argentina tem esse nome, hehe. San Martin, Belgrano, Rivadavia, entre tantos outros nomes da história nacional de generais e guerras). Fomos lá duas vezes para ver os jardins e caminhos e as fotos ficaram muito bacanas. Não sou muito boa de nomes de espécies botânicas, mas garanto que tem muita coisa bonita de ver.
Brasília é plana, não tem montanhas por perto. Já em Mendoza a gente vê os Andes e os pré-Andes. Estes últimos levam o "pré" no nome devido à sua formação geológica, que é bem anterior à dos Andes. As montanhas viraram inclusive referência geográfica para a gente caminhar na cidade e se achar dentro do parque San Martin: quanto mais longe e de costas para os Andes, mais próximos estamos do centro.
Depois eu conto o passeio que rolou até a fronteira com o Chile, passando por Puente del Inca, onde vimos os Andes até enjoarmos :-)))) Que coisa mais linda de meu Deus essas montanhas...
Outra coisa: se alguém quiser viajar para lá, a melhor dica é escolher a bodega de sua preferência e fazer a visita você mesmo. A Nieto Senetiner (www.nietosenetiner.com) e a Catena Zapata (www.nicolascatena.com) são dessas bodegas boas & poderosas que abrem suas portas para o público. A dica tem um motivo: os tours organizados às vinícolas nem sempre contemplam as casas mais bacanosas.
O caminito
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O Caminito fica em La Boca, uma região meio distante (e de classe média baixa) de Buenos Aires. Mesmo quem nunca visitou a cidade vai saber o que ele é: são aquelas casinhas pintadas em diferentes cores, em torno das quais há pracinhas, feiras de artesanato e muuuuuito tango.
Foi um lugar que visitei sozinha na minha primeira ida à Argentina. Adorei.
Resolvi voltar para mostrá-la ao meu namorado. Não curti tanto quanto outros passeios.
Acho que foi porque escolhemos um dia não muito favorável: domingo. É quando todos os turistas do mundo inteiro vão para lá, para comprar coisicas, passear, etc. O bairro fica cheio de gente, inclusive aqueles que adoram encher o saco de turistas. E nem consegui me lembrar por onde entrei para ver os lindos ateliês de arte que ficam dentro dos predinhos coloridos.
De qualquer forma, tiramos umas fotos bacanas (inclusive de um cachorro fofo vestido de Boca Juniors), comemos um bifaço de chorizo e demos um caminhadão.
Outra coisa muito legal foi quando compramos um Clarin (www.clarin.com.ar) e o dono da banca, um velhinho muito gente fina, percorreu o bairro inteiro só para achar uma sacolinha pra gente levar o jornal durante o resto do dia.
Sim, eu tenho fé no povo argentino :-)
2005!!!
Neste ano, prometo escrever mais no blog, entre outras tantas coisas a fazer!