Andei dizendo a umas pessoas que a luz no Uruguai é uma coisa enlouquecedora para quem gosta de fotografar. Tão maravilhosa que nem é necessário usar uma supermáquina para fazer o registro: basta ter olho e um certo espírito nipônico para clicar muito.
Bom, agora preciso de fotos para justificar toda a jogação de confete que fiz no mundo real e no primeiro parágrafo. Segue a parte II da série em Colonia del Sacramento, no Rio da Prata:






