Cheguei em casa hoje (ontem) e, no minuto em que me sentei no sofá, vi que havia uma cordinha comprida pendurada do lado de fora do prédio. Ela começou a se mexer como se tivesse alguém puxando-a no andar de cima e... voilà! Havia uma embalagem de Mentos amarrada na ponta.
Bom, resta dizer que as cenas a seguir poderiam estar no roteiro de um desenho animado ou algo do gênero: minutos depois, o Mentos voador começou a dançar bem diante da minha janela. A cordinha se mexia ora rapidamente, ora lentamente. Corda e bala desceram um pouco até o meu parapeito e ali pararam por uns segundos. Depois, a movimentação começava toda de novo.
Ri um monte, óbvio.
Pô, eu adoro balinhas, mas não estava a fim de ir atrás delas nem de simplesmente cortar a corda -- e o jogo da criança. Sim, porque para fazer uma brincadeira surtada dessas, tem que ser criança, né?
O mais ridículo é que, provavelmente, o pequeno cidadão do andar de cima deixou sua obra de arte ainda pendurada na frente da janela e foi dormir. Muito prazer, eu sou a Mari e minha casa tem vista para um Mentos.
Eu fechei os vidros e tô indo pra cama daqui a pouco. Se eu acordar nesta manhã de quarta e o móbile ainda estiver na área, o que vocês acham: corto a corda, ligo pros pais do moleque ou apelo geral e chamo logo o síndico?
Beijo, aguardo resposta, Mari
Update: o aparato corda + Mentos já tinha ido embora da minha vida quando acordei.