Elas se sustentavam numa teia quase invisível que se armou havia dias no Parque Olhos d'Água, na Asa Norte, aqui em Brasília. Fui para lá no fim de semana e, felizmente, estava com a câmera.
Com uns oito metros de largura, a teia começava na grama e só terminava um pouco acima do poste. Claro que todo mundo parava pra olhar.
Tirei um monte de fotos, mas, entre um clique e outro, tinha que dar uma espanada básica (quem estava em volta fazia o mesmo). Vai que um bicho desses cai nas nossas cabeças? Eca!
Não consegui encontrar quem me explicasse o como, o quando e o porquê delas (venenosas ou não? Também não sei) terem montado essa parede quase invisível -- e possivelmente perigosa. Pior: voltei lá hoje e a teia não existia mais. Vou ficar devendo essa explicação para mim e para o leitor. Triste.
O parque tem dessas aparições. Palavra de quem já viu galinha d'angola, perus e até um coelho cinza enorme, gordíssimo, dando uma banda por ali.
