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quinta-feira, abril 07, 2011

Na 23 de Maio

Já há algum tempo eu queria fotografar os murais da Avenida 23 de Maio, em São Paulo. Eles são a minha imagem de despedida da cidade quando vou embora pelo Aeroporto de Congonhas, pertinho dali.


Os personagens, que homenageiam os paulistanos do fim do século 19, foram feitos pelo Studio Kobra. E poder fotografá-los é apenas uma entre as 12.938.794 vantagens de não precisar dirigir na capital paulistana. Dá para ver aqui outras imagens do trabalho dos artistas.


Queridos, não é por nada, mas vocês são meio grandes demais para passar embaixo desse viaduto. Vai ter de rolar uma agachadinha.

terça-feira, dezembro 14, 2010

Grafites montevideanos

Houve um domingo em que fiz o que nunca faço: me perder numa cidade desconhecida.

A idéia era ir do centro de Montevidéu até Pocitos -- um bairro chiquezinho, com um monte de restaurantes. A questão era: por onde ir? Resposta: x.

Foi bacana, porque acabei achando todos estes grafites e mais alguns, embora não tenha a menor noção das ruas onde eles ficam.


Esse nem foi o primeiro que encontrei, mas o Mario Bros uruguaio virou o meu preferido.

Esse sim foi o primeiro a ser clicado!

Essas nuvenzinhas me lembraram os grafites do Onio, daqui de Brasília.

Pedra que rola não cria limo.


Peguei o Batman xavecando a mina. ;-)

segunda-feira, novembro 22, 2010

Grafites cariocas


No Rio há grafites muito legais, muito trabalhados, como se tivessem sido feitos sob encomenda.

O da foto de cima, por exemplo, tenho quase certeza de que foi produzido dessa forma. Isso porque grafiteiros trabalham à noite, e o criador desses peixes bizarros dava retoques em sua obra em plena luz do dia, numa avenida bem movimentada.

OK, nessa cidade as coisas mais estapafúrdias são feitas à vista de todo mundo, mas não creio que tenha sido o caso... ;-)

Não tirei muitas fotos nem desses nem de outros grafites porque coisas ruins podem acontecer com quem fica posando de fotógrafa gringa. Mas só olhar todos já foi superbom.

domingo, outubro 31, 2010

sábado, outubro 30, 2010

Grafites paulistanos





Rua Augusta, São Paulo, setembro de 2010. As imagens estão tosquinhas porque foram feitas com celular. Ao mesmo tempo, não vejo maneira melhor de fotografar rápido e sem chamar muito a atenção...

sexta-feira, outubro 29, 2010

Carlos Adão é prazer


Para mim, Carlos Adão era intriga, mistério e riso solto desde a primeira vez que vi suas pichações (inscrições, demarcações de território, como queiram) lá em São Paulo, durante o carnaval.

Eu estava passando de carro (em algum lugar que não vou me lembrar agora) quando vi uma frase atrás da outra, todas muito modestas: segundo o próprio homem, ele é gostoso, tudo de bom, lindo, etc. Fiquei querendo fotografar tudo, mas não deu.


Por sorte, voltei lá há pouco mais de um mês e andei fotografando pela Rua Augusta, que tem grafites legais (vou postar amanhã) e filhotes do gatinho para tudo quanto é lado.

Carlos Adão é real, conforme demonstra o vídeo a que você pode assistir aqui. Ele usou suas pinturas de tinta fosforescente verde para tentar se promover como candidato a deputado, mas antes disso já tinha uma fixação tremenda no próprio nome. Desde criança, já o pintava no próprio tênis, como descreve esta matéria do jornal O Estado de S. Paulo.

Para quem ficou com preguiça de ver tantos links, antecipo que agora Carlos Adão é chique e tema de exposição numa galeria de arte na capital paulista. É bom ressaltar que a mostra não se resume às frases escritas com letras verdes: inclui também uns desenhos que ele andou bolando.

Então tá!

sábado, setembro 18, 2010

A cerveja está te vendo


Fotografei esse grafite (está mais para desenho feito a canetinha) na Avenida Paulista, na última terça-feira. Bizarra essa mensagem, mas eu gosto do jeitão meio cubista do desenho.

segunda-feira, agosto 02, 2010

Carregamentos móveis

Fazia tempo que eu não fotografava nenhum grafite. Esse foi feito atrás de um quiosque de chaveiro na 409 Norte. A assinatura é do Onio, mas nem precisava.

Nem a câmera do celular conseguiu estragar a imagem do pôr do sol mais lindo do mundo. Incrível como o céu ficou vermelho nesse dia (uma sexta). A porta de vidro eu enquadrei de propósito, não é acidente da foto não. :-)

Coloquei a foto na vertical lá no Picasa, mas a imagem não quer me obedecer de jeito nenhum. Paciência. Esse é o Tobi, que há uma era não dava as caras no blog. Nesse dia eu ri à beça com essa camiseta de caveirinha...

sexta-feira, abril 30, 2010

Tonight the streets are ours




Quem passa pelo blog de vez em quando vai entender rápido por que fiquei muito a fim de ver este documentário (na verdade, o vídeo que está no site linkado é mais elucidativo).

Banksy é um grafiteiro que fez um monte de obras legais (e outras nem tanto) de street art na França e alhures (como na Palestina). Exemplos disso são os space invaders que se espalham por Paris e até por algumas cidadezinhas do interior. Fotografei uns quando estive por lá.

Além disso, é uma figura supermisteriosa. Por motivos óbvios, não se deixa fotografar nem filmar (a não ser que esteja de capuz e com a voz disfarçada). Mas um maluco francês chamado Thierry Guetta fez um milhão de vídeos de Banksy em ação e aproximou-se dele para tentar fazer um documentário sobre grafite e street art.

Guetta não contava com a possibilidade de tornar-se objeto do filme, mas foi isso que aconteceu em Exit through the Gift Shop. Se bem entendi os comentários todos espalhados na web, o documentário acaba tratando muito mais sobre como e por que o francês largou tantas vezes a família para seguir grafiteiros por aí.

Parece divertido. Tomara que estreie logo por aqui.

PS: o título deste post vem da canção de mesmo nome cantada por Richard Hawley e usada em um dos vídeos de divulgação do filme. Uma música muito bonitinha, por sinal.